terça-feira, 6 de outubro de 2009

Quando os homens mandam!



Algumas coisas deviam ser cristalinas como água mineral em garrafa transparente...por exemplo: a atitude 'natural' de mando de nós homens. Ora, ora, desde a revolução feminista, da queima dos sutiãs e da pílula anti-concepcional vocês mulheres imaginaram que o mundo todo seria subvertido, mas esqueceram de um pequeno detalhe: o modo como criam seus filhos!
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Pois é, o 'pequeno príncipe' nasce e cresce para mandar. À ele são dados desígnios de pequeno Deus e isso se torna parte da natureza masculina, aí mais tarde outras mulheres [que futuramente serão mães e criarão os filhos do mesmo modo] começam a contestar nosso machismo. Mas digo, na verdade não é um machismo puro e simples, é somente a externalização do 'modelo' em que vocês mulheres nos moldam.
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Isso não acontece sem razão. Tem toda uma lógica que pode ser explicada pela necessidade de proteção do macho. Isso acontece no mundo animal selvagem. O leão macho, deve se impor sobre os demais e deve garantir o bem estar de seu grupo, ele é o líder, o líder alfa. Entre os lobos o mesmo acontece.
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As mulheres durante muito tempo foram consideradas o 'sexo frágil', precisando de um homem para acolhê-las e protegê-las. Nos séculos XX e XXI isso mudou muito, vocês foram para o mercado de trabalho, para as universidades, para o campo da política, se tornaram líderes também. Mas a necessidade de um macho protetor ainda é visceral dentro da maioria - mesmo que escondam isso ou neguem isso para si mesmas - e projetam isso na criação de seus filhos.
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Para nós homens a questão do mando é algo natural e necessário. Primeiro porque condiz com nossa base culturalmente construída e depois porque reflete uma necessidade biológica de mostrar força e em alguns casos...dominação.
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Assim, não importa se nosso mando aparece na disputa pelo controle-remoto ou na briga por causa da mini-saia que vocês querem teimar em usar em público e nos irrita profundamente...Tanto faz, é uma 'coisa de macho' assim como coçar o saco, arrotar na mesa ou reclamar da sogra. Não que seja agradável...mas o poder para quem está na qualidade de dominado nunca é agradável, à não ser que curtam um sado-mazô!

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