sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Uma história sobre um amor que resistiu à tudo na ficção.




Django Livre é um filme de Tarantino, muita ação, muitas mortes, muito sangue. Um filme para homens, um filme sobre homens (como o próprio cartaz retrata), mas sobretudo um filme sobre amor, o amor de um homem por uma mulher, de Django por Hilde. Um amor que supera as castigos físicos, a humilhação, a falta de esperança, a exclusão da liberdade, o roubo da dignidade humana e tudo mais que se possa imaginar. Um amor que humaniza o bruto Django, um homem de punhos rápidos, personalidade forte, genialidade fantástica e determinação ímpar. Por sua Hilde ele engole o orgulho, ele enfrenta à tudo e à todos. Por sua Hilde ele ama, sem limites, crendo que apesar dos pesares os dois ficarão juntos, quer vivos ou mortos.
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Os homens são sempre assim, tolos, principalmente quando apaixonados de verdade. Somos capazes de arriscar tudo, de entregar tudo, de aceitar tudo pela pessoa amada, pela eleita de nosso coração. 
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Por mais que elas digam que elas são puro sentimento e nós pura racionalidade, a prática prova que isso é uma balela, porque no final sempre amamos mais do que elas e nos machucamos mais. Grande parte dos canalhas são fruto de mulheres que os pisaram, que os destruíram em seu amor bem antes. Definitivamente, mulheres não sabem amar e depois passam a vida inteira reclamando por estarem sozinhas ou por não terem encontrado o amor. Elas o encontram, mas simplesmente não sabem lidar com ele. O medo é maior que o amor que dizem sentir.
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Django Livre tem um Happy End, o que não acontece na maioria das relações homem x mulher porque elas nunca são fortes o suficiente para lutar pelo sentimento que dizem possuir. Só possuem sonhos que se dissipam nas dificuldades pelo caminho, mas não sentimentos concretos senão não desistiriam deles tão facilmente. O amor delas, o amor eterno que elas tanto almejam é como o final de Django Livre, só existe na ficção.

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