
"Muitas vezes ouve-se dizer que as mulheres falam demais. Mas não tem problema, porque o ouvido (seletivo) masculino escuta somente o que interessa. Preste atenção:
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Quando a mulher diz:
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- Esse lugar está uma bagunça, amor! Você e eu precisamos limpar isto. Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.
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O que o homem escuta?
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- Blah, blah, blah, blah, AMOR , blah, blah, blah, blah, VOCÊ E EU, blah, blah, blah, blah, NO CHÃO, blah, blah, blah, blah, SEM ROUPAS, blah, blah, blah, blah, AGORA MESMO.
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Perceberam a diferença?"
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Hehehehehe! Estava passeando pela internet e encontrei esse texto atribuído com toda certeza errôneamente à Carlos Drummond de Andrade. Mas como o texto condiz com a proposta desse Blog fiz um "copy e paste" e os créditos de autoria ficam para o autor anônimo que teve essa "brilhante" sacação de como nós homens "ouvimos" as mulheres.
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Primeiro: o aparelho fonador delas é tão complexamente emissor que definitivamente o mundo masculino não sobreviveria se não utilizassemos o recurso da "seleção do que é útil" e "descarte do que não nos diz efetivamente nada".
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Ok, eu sou prolíxo na maioria das vezes, um grande tagarela silencioso...rs, mas putz, mulher falando é o óh! Principalmente em brigas, aliás em brigas elas tendem a ter dois tipos de comportamentos que acredito ser "criminosamente planejado" para nos enlouquecer:
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1) Falam como se as palavras fossem uma enxurrada de água de uma represa estourada e isso não ajuda em nada, pois quando não nos deixa ainda mais nervosos, nos faz deixar de compreender pelo menos 70% do que elas estão dizendo. Pois até a psicologia já comprovou que o cérebro humano não consegue reter muita informação despejada de uma só vez. Logo, elas deveriam escrever e nos entregar missivas, porque pelo menos - além de não faz doer nossos ouvidos - poderíamos ter um material escrito para ler e reler e refletir e aí quem sabe chegar à algum lugar ou encontrar alguma solução para a discussão.
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2) Emudecem e quando falam o fazem com monossílabos e bem bravas. Ora, isso com certeza nos alivia os ouvidos, mas elas nos dão a impressão de uma panela de pressão que a qualquer hora vai estourar e aí ao invés de pensarmos em tentar resolver a situação, cria-se uma situação de mal estar e tudo que queremos é ficar bem longe da explosão futura. Ou seja, mais uma estratégia que não tem qualquer eficácia.
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Gostaria de saber porque elas insistem nesses dois instrumentos que não surtem qualquer efeito para melhor mas sim para pior numa relação à dois. Acredito que as mulheres deveriam fazer algum cursinho de "reciclagem das atitudes femininas" na contemporaneidade ou vão se estressar e nos estressar cada vez mais e com isso o número de rompimentos e divórcios será cada vez mais constante que o de namoros e casamentos.
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Se liguem gurias!
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